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Apps iOS e Android com codebase única (React Native/Expo, Flutter) ou nativo quando faz sentido. O foco não é só lançar — é reter, com push, onboarding e analytics que mostram o que importa.

React NativeExpoFlutterSwiftKotlin
Como funciona

A decisão entre codebase única e nativo é técnica, não ideológica: usamos React Native ou Flutter quando reduz custo e tempo sem sacrificar a experiência, e partimos para o nativo quando o app exige recursos de hardware, performance gráfica ou integrações específicas que justifiquem. Em todos os casos, o objetivo é o mesmo — um app estável, rápido e agradável de usar.

Lançar é o começo. O que move o resultado é retenção: um onboarding que mostra valor nos primeiros minutos, notificações push com propósito (não spam), e ciclos de engajamento desenhados sobre dados reais de uso. Instrumentamos analytics de produto desde o início, cuidamos da publicação assistida na App Store e na Google Play, e monitoramos performance e estabilidade em produção para agir antes que o usuário desinstale.

O que entra
  • Estratégia de retenção: onboarding, push e ciclos de engajamento
  • Codebase única quando reduz custo sem perder qualidade
  • Analytics de produto para decisões baseadas em dados
  • Publicação assistida nas lojas (App Store e Google Play)
  • Performance e estabilidade monitoradas em produção
Resultado esperado

Usuários que voltam — retenção D30 multiplicada, não só downloads.